Categoria: Programa Conversando sobre Contabilidade

Tributação monofásica ajuda a aumentar o preço dos combustíveis

No programa Conversando sobre Contabilidade desta semana, 24/10, o Contador e Professor Salézio Dagostim, ao analisar o aumento dos combustíveis, disse que a culpa destes aumentos é do Congresso Nacional, ao permitir que os governos estaduais cobrem os tributos pelo regime monofásico, que atribui a um determinado contribuinte (a Petrobras) a responsabilidade pelo recolhimento do tributo devido em toda cadeia econômica, aplicando sobre o preço de venda final (estabelecido por arbitramento).

Atividades contábeis são atividades focadas no patrimônio

No programa Conversando sobre Contabilidade desta semana (22/8), o Contador e Professor Salézio Dagostim esclarece que atividades contábeis são atividades que têm por objetivo fazer, analisar e estudar o patrimônio monetário das pessoas jurídicas. Entretanto, nem todas as atividades desenvolvidas pelo contador são atividades contábeis. Muitas atividades que não são contábeis, mas estabelecidas pela lei e pelas necessidades do dia a dia, são trabalhos desenvolvidos pelo contador.

 

Um estabelecimento que só faz registros fiscais pode ser considerado um "escritório contábil"?

Quem fala sobre este tema, no programa Conversando sobre Contabilidade desta semana (1/8), é o Contador e Professor Salézio Dagostim. Para Dagostim, contabilidade e patrimônio se confundem, pois a “contabilidade” estuda e cria o patrimônio monetário das pessoas jurídicas. Assim, uma atividade só pode considerada “contábil” quando envolver o patrimônio da pessoa jurídica. Se o trabalho for isolado, não tendo por objetivo formar as demonstrações contábeis, este trabalho não deve ser considerado “contábil”, afirma Dagostim.

 

Como contabilizar um leasing - arrendamento mercantil

No programa Conversando sobre Contabilidade desta semana, 11/7, o Contador e Professor Salézio Dagostim explica como se contabiliza um leasing – arrendamento mercantil. Registra, ainda, que o CFC, ao contrariar a Lei 6.099/74, prega a desobediência civil, e que, ao desconsiderar o direito de propriedade para classificar um ativo, procura introduzir na contabilidade, de forma ilegal, uma doutrina comunista, já que este regime não aceita que a propriedade fique na mão de particulares.

 

O Contador registra os "atos e fatos" contábeis ou somente os "fatos"?

No programa Conversando sobre Contabilidade desta semana, 20/6, o Contador e Professor Salézio Dagostim responde ao questionamento acima, afirmando que se “ato” é aquilo que se faz através da manifestação da vontade e “fato” é a consequência pelo “ato” praticado (considerando que o art. 1.184 do Código Civil estabelece que, no diário, serão lançadas todas as operações relativas ao exercício da empresa), então o “ato” e o “fato” se complementam, andam juntos, pois todo “ato” tem um “fato” correspondente, uma consequência. Se comprar mercadorias é um ato, o fato é a consequência desta compra. Se foi efetuado em dinheiro, diminui o “caixa”; se foi a prazo, aumenta as dívidas. Assim, para este registro ficar completo, o contador deve registrar o “ato” e o “fato” da operação, onde o “ato” representa o “débito”, que corresponde àquilo que foi realizado, adquirido, comprado ou obtido, e o “crédito” diz como o “débito” foi incorporado ao patrimônio.

Dagostim disse também que esta confusão ocorre porque quando o contador examina as variações patrimoniais, ele examina as consequências geradas no patrimônio pelo ato realizado, se permutativo ou motificativo, e, estas consequências representam sempre o “fato” da ação. Disse, ainda, que o “ato” contábil altera o patrimônio enquanto que o “ato” administrativo não. Afirmou que ele acompanha o estudo do saudoso Professor Olivio Koliver, que afirma que não existe fato MISTO. Todo fato misto é um fato modificativo.

 

Como se transmite o SPED Contábil para a Receita Federal

No programa Conversando sobre Contabilidade desta semana, 18/4, o Contador e Professor Salézio Dagostim, ao responder um questionamento sobre SPED Contábil, registra que os contadores devem se preocupar com as obrigações acessórias impostas pelos órgãos públicos na hora de apresentar a sua proposta de honorários profissionais. São muitas as obrigações, e, caso não cumpridas, acarretam multas elevadas.